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Seguros: você sabe quanto custa manter seu veículo protegido?


 

Após comprar um carro, você decide que precisa de um seguro, para garantir que será ressarcido caso alguma coisa aconteça com seu automóvel. No entanto, você constata que o serviço é mais caro do que você pensava.

Antes de se desesperar, é preciso saber que o custo do seguro de veículo muda bastante no Brasil, pois muitas variáveis são consideradas na formação do preço final cobrado do consumidor, como por exemplo, o ano de fabricação, perfil do motorista, etc.

De forma simplificada pode se dizer que: quanto maior o risco que a seguradora corre de ter que pagar a indenização, maior o custo do seguro. Como em geral não se metem em acidentes causados por alta velocidade e embriaguez, por exemplo, as mulheres pagam menos pelo seguro.

Quando vale a pena fazer seguro?

Nem sempre vale a pena fazer seguro de carro. Se você tem um carro velho ou mau cuidado, que já sofreu várias batidas, é provável que o custo do seguro acabe não compensando em relação ao valor de recompra do carro.

Carros de mais de dez anos não justificam o seguro, pois eles acabam ficando muito caros, e o melhor é economizar o dinheiro do prêmio para eventuais emergências. Já nos carros novos o seguro não só é necessário como fundamental, pois o custo de reposição do carro é muito alto. Não é de se surpreender, portanto, que a idade do veículo tem peso significativo na definição do valor do seguro: como os carros mais novos têm o valor segurado maior, portanto, o valor do prêmio também é mais alto.

No entanto, apesar de custarem menos, veículos mais velhos podem ter dificuldade para serem segurados, pois a depreciação causada pelo tempo faz com que as peças e a estrutura se deteriorem, aumentando o risco de acidentes. Isso sem falar que o custo de reposição de peças é muito alto no Brasil.

Quanto custa?

Considerando apenas a idade do automóvel, o valor do prêmio varia entre 5% e 20% do preço do carro. Com isso, o seguro de um veículo de R$ 20 mil, por exemplo, custa entre R$ 1 mil e R$ 4 mil.

Entretanto, a forte concorrência entre as seguradoras levou a uma redução de preços nos últimos dez anos. Isso porque o mercado desenvolveu uma técnica de análise que permite cobrar menos de quem merece pagar menos e vice-versa.

À vista ou parcelado

Quanto à forma de pagamento, você pode optar por pagar à vista ou parcelado. No caso de pagamento parcelado é preciso cuidado, pois em caso de indenização a seguradora pode acabar pagando o valor da indenização já descontado o valor das prestações, ou simplesmente esperar até que você acabe de quitar para efetivamente reembolsá-lo.

Outro cuidado a ser tomado quando o pagamento é feito de forma parcelada é de não atrasar os pagamentos, pois a seguradora pode optar pelo cancelamento unilateral da apólice de seguro. Apesar da prática ser condenada pelas entidades de defesa do consumidor e combatida pela Justiça, algumas seguradoras ainda fazem isso.

Data: 24.04.2013 - Fonte: InfoMoney



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