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Um em cada quatro motoristas brasileiros assume direção ao beber


Motoristas assumem exagerar no consumo de bebida
Motoristas assumem exagerar no consumo de bebida
Um em cada quatro motoristas brasileiros assume a direção depois de ingerir bebida alcoólica. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revela que 24,3% dos motoristas têm o costume de dirigir sob efeito de bebida. A PNS foi realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), no período de julho de 2013 a fevereiro de 2014.
O hábito é um dos fatores que impulsionam a violência no trânsito brasileiro. No ano passado foram registradas 172,7 mil internações por acidentes. O comerciante Francisco de Assis Pinheiro, de 38 anos, faz parte das estatísticas. Dirigiu embriagado e sofreu um acidente. Estava sem cinto e fraturou o osso na região da bacia. Ficou sem andar.
O excesso por parte do brasileiro também preocupa. Dos motoristas ouvidos na pesquisa, 13,7% admitiram ter bebido abusivamente no intervalo de um mês, o que representa a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens de uma só vez. Os homens representam 21,6% na proporção e as mulheres, 6,6%.
O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou mais de 313 mil internações decorrentes do alcoolismo entre 2010 e 2013. Os gastos por ano são de, em média, R$ 60 milhões com dependentes do álcool.
info_garr_carnavalinfo-carro-carnavalEfeitosO álcool é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O álcool consumido de forma abusiva pode causar malefícios à saúde, como por exemplo, doenças cardiovasculares, câncer, além dos graves acidentes de trânsito.
O Ministério da Saúde monitora o consumo de álcool por meio de inquéritos e sistemas de informação e possui políticas de prevenção à saúde. No SUS, os atendimentos e tratamentos às pessoas que apresentam problemas decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas são realizados por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A iniciativa conta com 2.155 CAPS, com capacidade para 43 milhões de atendimentos por ano.

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